Sobre ficar ou desejar, como saber? Sempre soube que na prática seria “diferente” da teoria. Eu nunca fui, mas sempre estive lá. Porém, agora estarei de volta? Ah! Já não há mais no que “acreditar” e impedir. Eu me ofereço e me entrego a esse momento e que venha uma extensão. [...] Não é questão de fraco ou forte, de doce ou salgado e muito menos amargo, mas sim de uma beleza inacreditável sem fim.
Posso deixar a porta aberta, a luz acessa, porém/contudo/todavia me entregarei de todo jeito em teus braços.
[Senhor, fazei a Tua vontade!]
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