
"As alegrias podem até serem passageiras, mas as marcas que elas deixam, podem durar a vida inteira." (Sarah Chen)
A vida constantemente deixa marcas. Uns ficaram para vida toda e serão eternas em nossas vidas, outras que o tempo cuidará para que sejam esquecidas. Sao marcas que deixamos nos outros e que deixaram em nós. Cada um deixa a sua impressão digital, cada um faz o estrago que consegue...
Contudo, “Todo mundo tem bagunça, só a bailarina que não tem – por que só a família tem defeito”?
Essa frase mexeu muito comigo e, felizmente na insistência daquele espaço, o assunto foi esse. O belo para uns, ingratidão para outros. Não importa o dia e/ou o acontecimento, mas recebi o cafuné. “Vai, corre lá... Só pra ver”! A participação naquela cena não me deixa esquecer, por isso quero lhe contar que apesar de ter feito tudo o que fiz, eu não sou a bailarina e nem pretendo ser, pois ainda continuo caminhando e cantando sempre a canção:
“Pois seja o que vier, venha o que vier”.
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