segunda-feira, 12 de abril de 2010

Entrelinhas

Nunca aceitei certos acontecimentos, e hoje a história é o avesso. Em algumas semanas, alguns sentimentos sumiram e novas borboletas em meu estômago surgiram. O chão começa a rachar e começo a deparar-me com alguns questionamentos-musicais:

♪ O povo fala e fala mesmo e falam pelos cotovelos [...] Compensando a anatomia, o povo fala sem ter dó, são dois olhos, dois ouvidos, mais a boca é uma só ♪

Ah! Mas eu não desisto da idéia de continuar, e eu não preciso provar nada pra ninguém, vamos dar início pra nós dois.

♪ “A hora do sim é o descuido do não?” ♪

♪ "... tá na cara é só reparar / é tão fácil de entender / quem vai negar que a gente tem tudo haver?" ♪

O tum tum do teu coração, próximo, audível, pulso ritmado, só vivo a pensar! O teu colo é sopro que renova a minha alegria de cada dia. O teu sorriso, o teu sorriso. Já disse que gosto do teu sorriso? Emocionas-me. Como aquele abraço, em que o teu corpo quase se fundiu no meu, quando ficamos ali, todo aquele tempo, naquele abraço infinito, naquele abraço só nosso, naquele abraço sem fim...

♪ Vamos viver tudo que há pra viver, VAMOS NOS PERMITIR... :õ)

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