domingo, 4 de abril de 2010

"depois de você...

... os outros são os outros e só!”

Dormi umas três horas e acordei ouvindo Até parece de Marisa Monte. Repeti várias vezes... O que passou realmente aconteceu, mas quando mandei a mensagem se você-compreende-tudo-isso não estou subestimando você. Não quero me curar de você (do meu jeito), mas eu não podia continuar (entende?). Por favor, não me pede mais o que você já sabe. Tive sorte de te conhecer. Tive sorte, pois você foi um presente maravilhoso. Porém, o dia já amanheceu...

Decidimos sair à noite, mas sentíamos o que já vinha acontecendo. Passou pra me pegar em casa e logo depois encontramos com um casal de amigos. Passei o dia alternando entre a ansiedade e preocupação. Mas a situação era minha e não queria trazê-la naquele momento. Mesmo de longe dava pra perceber que eu não queria estar ali. Meus olhos percorreram a festa, cautelosamente. E ele, nada discreto, percorria olhando com aqueles olhos grandes numa febre de observação. O que eu poderia fazer? Apenas sorri, mas naquela hora eu sabia que ele sabia que eu havia pensado em coisas que fazia tempo que eu não pensava. Tudo parecia estar em câmera lenta. O tempo havia parado completamente. Já imaginava o que estava acontecendo. Mas no momento quando tudo acontece é sensivelmente complicado. E naquele momento tudo estava claro demais pra esquecer. E lá pelo meio, na verdade, mais pra frente do que no meio, te prometo guardar pra sempre o que ficou...


“E o fim, é belo ou incerto, depende de como você ver”!

Nenhum comentário:

Postar um comentário